15 de setembro de 2016

Passatempo Cinema - A CASA DA SENHORA PEREGRINE PARA CRIANÇAS PECULIARES

A D'Magia em parceria com a Big Picture Films tem para oferecer 10 convites duplos para a antestreia do filme " A CASA DA SENHORA PEREGRINE PARA CRIANÇAS PECULIARES ", versão 3D, dia 26 de Setembro, às 21.30h:

Porto - Cinema NOS Norte Shopping – 5 convites duplos
Lisboa - Cinemas UCI El Corte Ingles – 5 convites duplos



Sinopse: 
Do visionário realizador Tim Burton, e baseado no best-seller, chega-nos uma experiência cinematográfica inesquecível. Quando o avô de Jake lhe deixa um conjunto de pistas sobre um mistério que se estende por diferentes mundos e tempos, ele encontra um lugar mágico conhecido como A Casa da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares. Mas o mistério e o perigo aprofundam-se à medida que conhece os moradores e se apercebe dos seus poderes especiais…e dos seus poderosos inimigos. Jake acaba por descobir que só a sua “peculiaridade” pode salvar os seus novos amigos.

Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de responder às seguintes perguntas:
- Quem é o realizador deste filme?

Caso nos sigas nas nossas outras plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são: 

Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com

Regras do passatempo:
1) Enviar a resposta para martadacunhaecastro@gmail.com indicando: Nome Completo, Número de BI ou CC, Nome de Fã no Facebook e Nome de Seguidor no Blog
2) O assunto do email deverá ter a menção Passatempo Cinema - Crianças Peculiares
3) Só é válida uma participação por pessoa/e-mail.
4) É obrigatório seres nosso Fã no Facebook e Seguidor no Blog.
5) O passatempo é válido até às 23:59 de dia 23 de Setembro
6) Os vencedores serão apurados através de um sorteio via random.
7) Os vencedores avisados através de email.

14 de setembro de 2016

Opinião – Águas Perigosas” de Jaume Collet-Serra


Sinopse

No intenso thriller “Águas Perigosas”, Nancy (Blake Lively) está a surfar numa praia isolada quando é atacada por um tubarão branco, ficando presa num rochedo a curta distância da costa. Embora a apenas 200 metros da sobrevivência, atravessar essa distância provará ser o derradeiro desafio.

Opinião por Artur Neves

Quem conhece ou de alguma maneira tomou contacto com a saga Tubarão I; II; III e IV dos anos 1975; 1978; 1983 e 1987 respectivamente, já sabe ao que vem ao assistir a esta história de Jaume Collet-Serra, realizador espanhol, nascido na Catalunha em 1974 e já com alguns créditos no género conferidos por filmes como; “A Casa de Cera” em 2005, “Sem Identidade” em 2011 ou “Non Stop” em 2014, todos eles filmes com acção de desfecho previsível, donde pode induzir-se algo semelhante nesta história que todavia contém alguns elementos diferenciadores, que não sei se foram lá colocados por vontade expressa do autor ou apenas para conferir mais emoção ao filme. Seja como for estabelecem um factor de diferenciação significativo, entre esta e as outras realizações.
Em todos os filmes anteriores de tema semelhante e reportando-nos ao primeiro de 1975, realizado por Steven Spielberg, os homens (neste caso Roy Scheider, Robert Shaw e outros) são os “heróis” da acção, os protagonistas da salvação das mulheres e das criancinhas que ao banhar-se nas águas da praia são confrontados com um gigante tubarão branco que os quer transformar em refeição.
No caso presente, temos uma estudante de medicina, com dúvidas na carreira, que apanha um táxi, para a praia da sua infância, algures no México, a fim de praticar surf. No local trava conhecimento breve com residentes, e juntos surfam algumas ondas até que os dois rapazes resolvem voltar. É aqui que Nancy Adams toma contacto com o perigoso tubarão branco que se banqueteava com a carcaça de uma grande baleia e que Nancy veio perturbar. As cenas que se seguem reportam-se à tentativa do tubarão em “caçar” a sua nova presa contemplando a fase emotiva que o filme contém e nos prende à história, muito embora se “adivinhe” que tudo vai acabar bem.
Como este encontro se dá a alguma distância da costa, Nancy tem de se defender como pode, refugiando-se precariamente nos elementos ao seu dispor. Durante esta luta pela vida, chega à praia um Mexicano bêbado, que depois de lhe roubar os pertences com mais interesse, decide tomar banho e é apanhado pelo tubarão. Mais tarde chegam os surfistas do dia anterior que sem perceber a gesticulação de aviso e de terror de Nancy, lançam-se à água com as pranchas e são igualmente trucidados pelo agressor de serviço.
Resta portanto a nossa heroína solitária, resistente, estóica, que com elegância e inteligência para frustrar as investidas do tubarão, faz passar a mensagem subliminar, de uma mulher autónoma, segura de si, independente, moderna, conquistadora do seu espaço, que apesar das provações dolorosas que este encontro lhe causou ainda possui discernimento e capacidade de manobra para, fazendo de si própria engodo para o tubarão lhe provocar a morte, utilizando a força selvagem do animal que a perseguia.
Isto é um aviso homens, os heróis já eram, agora estamos a entrar na vez delas dominarem o mundo, pelo menos em histórias como esta, em que anteriormente os homens é que pontuavam. Para lá deste aspecto, o filme está relativamente bem feito, convincente na maioria das situações e constitui um bom motivo de diversão recheado de emoção.

Classificação: 5 numa escala de 10

6 de setembro de 2016

Opinião – “O Sr. Perfeito” de Paco Cabezas


Sinopse

Hiperativa nos seus melhores momentos, Martha (Anan Kendrick) fica completamente maníaca desde a sua última separação. Ela vai a festas compulsivamente, cozinha tudo o que tem pela frente - e está determinada a fazer algo terrível, quando encontra Francis (Sam Rockwell). Para qualquer um, a abordagem de Francis seria estranha, mas Martha fica intrigada. Eles parecem ser o par perfeito: ela é doida e ele é doido… mas de um modo mortífero. Na verdade, ele é um assassino profissional. Um hitman com uma causa, Francis mata as pessoas que encomendam os seus assassinatos. Quando os serviços de Francis são solicitados por um cliente duvidoso que está a ser perseguido por um agente do FBI igualmente duvidoso (Tim Roth), e à medida que os cadáveres se vão amontoando, Martha tem de decidir se vai fugir ou juntar-se à carnificina.

Opinião por Artur Neves

Receita para um filme marado
Ingredientes:
Uma jovem frustrada por várias relações fracassadas e desiludida com a vida, com os outros e com ela própria.
Um assassino profissional com um rebate de consciência, ou uma tentativa autónoma de redenção que o faz matar os seus clientes, em vez dos alvos encomendados por estes.
Um segundo assassino profissional, anteriormente colega do primeiro mas que rompeu com a ligação desde que o seu sócio se apresentou com aquele comportamento insólito. Tem uma particular capacidade de disfarce e de se fazer passar por quem não é.
Um clã de traficantes de droga e assassinos que pretende combater um grupo rival, mas cujo irmão mais novo pretende eliminá-lo para tomar o poder do gang.
Essência de morte frequente e gratuita
Essência de impunidade geral
Essência de tiroteios sem consequências, pois apesar dos múltiplos e longos tiroteios, e do sofisticado arsenal bélico apresentado, quem interessa salvar para continuar a história salva-se sempre sem um arranhão.
Preparação:
Apresenta-se o primeiro assassino profissional para lhe denunciar o trauma e criar ambiente, bem como a moça desvairada com o seu destino, que não sabe mais o que fazer para ser feliz no amor que procura incessantemente.
Promove-se um encontro estranho entre os dois, sem que ele lhe revele a sua verdadeira actividade profissional e onde se desenvolva uma química entre ambos, que mesmo que os posteriores encontros sejam “polvilhados” de emboscadas, lutas, perseguições e mortes o romance floresce, afirma-se e a rapariga sente ter encontrado o “príncipe encantado” que procurava.
Cria-se então um caso complicado da guerra entre os gangs rivais, mantendo sempre a ameaça latente do antigo colega de profissão que apesar de chegar perto não é capaz de o molestar. Juntam-se, fugas, perseguições, muitos tiroteios e finalmente a captura da “bela” que surpreendentemente também apresenta propensão para a luta e para a morte gratuita, ao ponto de ser ela que, in extremis, salva o seu amado justificando-se a elevada compatibilidade entre ambos.
Deve servir-se frio, porque apesar de ter muito movimento não dá para aquecer.
Conclusão:
É pois, isto que Paco Cabezas, realizador espanhol nascido em 1976 em Sevilha, nos apresenta nesta obra escrita em parceria com Max Landis, misturando acção, com romance de cordel, com mistério e com filme negro de gangs e luta pelo poder. O resultado só pode ser confrangedor porque não se encontra um pormenor de seriedade na maioria das sequências, em cujo desenrolar suportam-se sempre de situações forçadas e improváveis, de bandidos de pacotilha, de lutadores de aparência, tornando o argumento deficitário de interesse. A forma da minha escrita tenta traduzir a “salada” de este filme se compõe que dá a ideia de uma construção baseada no estereótipo do filme de acção, adicionando muita “porradinha” e romance de cordel que na opinião do autor, deve ser essencial para a promoção da venda do produto.

Classificação: 4 numa escala de 10

1 de setembro de 2016

Opinião – Jason Bourne de Paul Greengrass

 
Sinopse
Matt Damon regressa ao seu papel mais icónico em “JASON BOURNE”. Paul Greengrass, o realizador de “Supremacia” e “Ultimato”, volta a juntar-se a Matt Damon neste novo capítulo do franchise Bourne, da Universal Pictures, em que o ex-agente mais letal da CIA sai da sombra.
Opinião por Artur Neves
Jason Bourne é o 5º filme de uma série iniciada em 2002 com “Identidade Desconhecida”, de Doug Liman, tendo-se seguido: “Supremacia” (2004), “Ultimato” (2007) e o “Legado de Bourne” (2012) escrito e realizado por Tony Gilroy que pretendia ser o epílogo desta saga com uma história totalmente assente na perseguição do protagonista, (Jeremy Renner) por falta de acordo com Matt Damon por se ter mostrado indisponível para suportar um desfecho algo dissonante dos capítulos anteriores. Eis então que Paulo Greengrass pega de novo no tema, mas desta vez seguindo o enredo inicial do combate à operação Treadstone, embora enfrentado novos personagens do lado da CIA, mas ainda assim numa história ligada aos anteriores eventos e convincente do ponto de vista formal.
É pois no ambiente tenso da espionagem que se desenvolve esta história, de segredos, apoios, amizades e desejo de vingança mortal personificados por um agente inimigo recuperado do filme anterior, magistralmente interpretado por Vincent Cassel que lhe confere espessura, densidade dramática e autenticidade como só o cinema Europeu e quem nele trabalha pode acrescentar ao cinema do outro lado do Atlântico.
Não quero com isto dizer que Tommy Lee Jones (que está soberbo, como sempre aliás) ou Alicia Vikander (actual menina bonita de Hollywood, vencedora de um Oscar em 2015 no filme “A Rapariga Dinamarquesa”) não confiram aos seus papéis o mesmo grau de autenticidade que nos fazem quase acreditar na acção, mas o cinema Europeu possui uma natureza mais dramática e mais detalhada nos pormenores que tornam o personagem interpretado por Vincent Cassel, o vilão de eleição, com todos os predicados inerentes.
A história possui ainda um enredo cheio de intriga e de mentira, sabiamente explorados até à última imagem do filme que potencia um novo futuro através de uma mulher que embora caracterizada através de um comportamento neutro e discreto (que todavia não lhe apaga a beleza e o interesse) a transforma numa página em branco onde pode ser escrita a continuação desta história que por ter regressado às origens e não ter explicitado um conclusão definitiva está preparada para novas reviravoltas. onde a personagem de Vikander pode assumir uma importante aliada do nosso herói ou a maior vilã que ele terá de enfrentar no futuro.
Se bem entendo, esta personagem é o elemento mais relevante que o filme nos trás, considerando que acção, perseguições e destruição de veículos já estavam bem patentes nos filmes anteriores e nesse aspecto, neste, vemos mais do mesmo. Estamos em presença de uma história interessante, num filme de belo efeito, que recomendo como sendo uma boa oportunidade de diversão e entretenimento.
Classificação: 7 numa escala de 10

27 de agosto de 2016

Bertrand | A Canção de Susannah – Stephen King


Lisboa 20 de Julho de 2016 – os fãs da série “A Torre Negra”, de Stephen King, vão poder continuar a vibrar com as aventuras de Roland Deschain, o protagonista desta saga que é considerada a obra mais visionária do escritor norte-americano. A Canção de Susannah chega às livrarias no dia 22 de Julho, sendo o sexto volume desta série de fantasia.
A série já está a ser adaptada ao cinema, com o ator Idris Elba – conhecido pelo seu papel na série de televisão Luther – no papel do pistoleiro Roland Deschain. “A Torre Negra” é comparada por muitos à triologia “O Senhor dos Aneis” devido ao elemento fantasia. Porém, esta série combina ainda motivos western e ficção científica.
“O pistoleiro deixou que ele desse a última sacudidela para ajeitar o manto negro e começou a fazer a sua pergunta, mas percebeu que não era preciso. Quarenta e cinco metros à frente, do lado direito da estrada, havia um amplo monte de espigas de milho desenraizadas, onde no dia anterior não havia monte algum. Era uma pira funerária, percebeu Roland, construída sem qualquer respeito”.

“Um misto hipnótico de suspense e sentimento. Uma história rica de demónios,

monstros, fugas por um triz e portas mágicas”

Bertrand | Solteira até Sábado – Catherine Bybee


Lisboa, 21 de julho de 2016 – Catherine Bybee está de volta com um romance perfeito para este verão. Solteira até Sábado. Este é o terceiro título da autora publicado em Portugal com o selo da Bertrand Editora.
Solteira até Sábado é uma história romântica, mas com um ligeiro toque de erotismo, um género literário que tem um público muito fiel e que tem vindo a conquistar cada vez mais leitores.
A loura e bonita Karen Jones é a protagonista desta história, na qual vive um casamento de conveniência para esconder o segredo do marido; Michael Gardner – uma estrela de Hollywood – mas que acaba por se apaixonar pelo seu cunhado Zach Gardner.
“Daí a meia hora, Karen entrou em contacto com Michael. Tinha as mãos a tremer enquanto fazia a chamada, mas Gwen tinha razão. Quanto mais tempo mantivesse aquele segredo fechado dentro dela, mais difícil seria libertá-lo. Se ela contasse a Michael aquilo que sentia por Zach e ele a odiasse por isso, pelo menos tinha sido ela a dizer-lhe, em vez de ele vir a descobrir através de outra pessoa”.


“Bybee descreve situações autênticas e exprime o bom e o mau de forma excelente… mantém os leitores na máxima expectativa…”

23 de agosto de 2016

Livros RTP | A Mancha Humana – Philip Roth

Chega esta semana às livrarias portuguesas o romance “A Mancha Humana”, de Philip Roth, com prefácio de Clara Ferreira Alves. Trata-se do quarto livro da Coleção Essencial – Livros RTP que, em edição de capa dura, será disponibilizado aos leitores pelo preço de 10 euros.

Sobre o livro

O segredo de Coleman foi guardado durante cinquenta anos: oculto da sua mulher, dos seus quatro filhos, dos seus colegas e dos seus amigos, incluindo o escritor Nathan Zuckerman, que – após a morte suspeita de Coleman, com a amante, num desastre de automóvel – resolve compreender como é que aquele homem eminente e íntegro, apreciado como educador durante quase toda a sua vida, forjou a sua identidade e como essa vida tão cuidadosamente controlada acabou por ser deslindada.
Situado nos Estados Unidos da América dos anos 90, onde princípios morais contraditórios e divergências ideológicas são trazidos à luz do dia através da denúncia pública e de rituais de purificação, A Mancha Humana completa a eloquente trilogia de Philip Roth sobre vidas americanas do pós-guerra tão tragicamente determinadas pelo destino da nação como pela «mácula humana» que marca de modo tão indelével a natureza do homem.

Sobre o autor
Em 1997 Philip Roth ganhou o Prémio Pulitzer com Pastoral Americana. Em 1998 recebeu a Medalha Nacional de Artes da Casa Branca e, em 2002, o mais alto galardão da Academia Americana de Artes e Letras, a Medalha de Ouro da Ficção, anteriormente atribuída a John dos Passos, William Faulkner e Saul Bellow, entre outros. Ganhou três vezes o PEN/Faulkner Award e o National Book Critics Award. Em 2005 A Conspiração contra a América recebeu o prémio da Sociedade de historiadores Americanos pelo «excecional romance histórico sobre um tema americano, relativo a 2003-2004». Roth recebeu dois dos mais prestigiados prémios do PEN: em 2006, o PEN/Nabokov «pelo conjunto da obra de originalidade constante e artisticamente perfeita» e, em 2007, o PEN/Saul Bellow de Consagração na Ficção Americana, dado ao escritor cujo apuro ao longo de uma carreira sustentada o coloca ao mais alto nível da literatura americana.

Roth é o único escritor americano vivo a ter a obra publicada numa edição completa e definitiva pela Library of America. Em 2011 Roth recebeu o Man Booker International Prize. Foi o quarto autor a receber esta distinção.

2020editora | Águias em Guerra de Bem Kane


Sobre o livro:

No ano 9 a.C., o Império Romano estende-se por grande parte do território germânico, impondo a sua ordem, cultura e impostos às diferentes tribos que outrora dominavam estas terras. Sob o comando do governador Varo, a paz reina há vários anos, para contentamento de alguns chefes tribais e descontentamento de outros.
Lúcio Tulo, destacado na Germânia, sob as ordens de Varo, é um centurião superior, com décadas de experiência em combate, dedicado ao exército romano. Amado e respeitado pelas suas legiões, Tulo comanda pelo exemplo e personifica toda a glória de Roma.
Armínio nasceu numa tribo germânica, os Queruscos, mas foi treinado como soldado romano e tornou-se um oficial da cavalaria de Roma, reconhecido pela sua valentia em batalha. Conhece como ninguém as tácticas de combate e goza da confiança dos mais altos cargos romanos. No entanto, secretamente, há anos que aguarda o momento certo para unir as tribos germânicas contra Roma e reclamar de volta a sua pátria.
Esse momento finalmente chegou. Armínio planeia a emboscada perfeita ao poderoso exército romano, numa batalha sangrenta que ficará para a História. Entre ele e a sua vitória está apenas um homem: Lúcio Tulo.

Sobre o autor

Nasceu em 1970, no Quénia, mas mudou-se para a Irlanda com a família quando tinha 7 anos. Estudou Medicina Veterinária, em Dublin, e depois viajou extensivamente pelo mundo, dando largas à sua paixão por História antiga. Visitou quase 70 países, em todos os continentes. Hoje, vive em Inglaterra com a sua mulher e a família.

É um romancista histórico bestseller do Sunday Times, especializado na época do Império Romano, conhecido por várias séries dentro deste mesmo género. Os seus livros já foram publicados em mais de dez países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Grécia, Rússia e Holanda.

21 de agosto de 2016

Novidades Gradiva

Iúri Buida | Sangue Azul Gelado


De um dos maiores nomes da literatura russa contemporânea, a Gradiva publica para o seu Verão Sangue Azul Gelado, um romance onde se prova que os temas de sempre podem ser abordados com originalidade. Esta é a história de Ida Zmoiro, que tinha tudo para uma longa vida como actriz. Inspirando‑se nesta figura feminina marcante, o autor retrata um regime onde o indivíduo pode gozar da sua fama mundial sendo fiel ao ditador, mas «desaparece» logo que ousa ir contra as regras da ditadura. Drama, paixão, acontecimentos estranhos, alusões literárias reúnem‑se num livro que nos traz o melhor da literatura russa, por um autor frequentemente premiado.

António Pinto Pereira | Dossier U ‑235


Terroristas islâmicos cruzam‑se com uma rede de tráfico de urânio enriquecido a caminho de Lisboa. O professor Mendonça, responsável pelo departamento de terrorismo e contra-terrorismo do SIS, procura estabelecer as ligações desta complexa e perigosa teia de interesses.
Conseguirá evitar a implosão planeada da Torre de Belém, onde será assinado o novo Tratado de Lisboa II? Um thriller empolgante que leva o leitor a viajar por cidades tão distantes como Lisboa, Dubai, Cairo ou Zurique, que junta a Suprema Ordem da Luz de Ouro de Melki‑Tsedek a uma multinacional das novas tecnologias e que reúne personagens diversificados, de culturas distintas. O terrorismo para o centro de Portugal. Uma leitura sem paragens!

Harry G. Frankfurt | Sobre a Desigualdade


Muitos consideram a desigualdade como um dos principais problemas sociais. Mas o combate à desigualdade é frequentemente confundido com o combate à pobreza. Harry G. Frankfurt, um dos filósofos morais mais influentes da actualidade, argumenta que estamos moralmente obrigados a eliminar a pobreza, não a diminuir a desigualdade. Num livro provocador, o autor apresenta respostas convincentes e consistentes sobre o tema.

Antoine Compagnon | Um Verão com Montaigne


Pequeno em dimensão, profundo na análise. Com uma escrita acessível, em quarenta breves capítulos, o autor leva‑nos a descobrir um Montaigne estival e estimulante. Evidenciando a actualidade e a densidade histórica de Ensaios, é uma excelente forma de acompanhar o pensamento do filósofo francês do séc. XVI que nunca perdeu actualidade.

Laura Owen e Korky Paul | Que Comichão, Mimi!


Mais aventuras variadas e divertidas neste novo livro infanto‑juvenil com 4 histórias da Mimi e do gato Rogério. Com a casa inundada, decidem ir para a praia onde uma Mimi mini quase desaparece. Depois recuam ao tempo dos dinossauros e descobrem coisas incríveis. Mas o pior de tudo é quando a Mimi tem de preparar o casamento da irmã. Alguém consegue imaginar? A última história é de invasores. Não, não é desses. É daqueles que se instalam na cabeça. Que comichão!

Novidade Porto Editora | Moonlight Mile - Dennis Lehane


Sinopse:
«Lembra-se de mim?», interroga, do outro lado da linha, a voz que arranca Patrick Kenzie do sono profundo. Uma voz feminina e uma frase em jeito de ameaça: «Encontrou-a uma vez. Volte a encontrá-la. Deve-me isso.»
No dia seguinte, eis que ela surge de novo, no cimo das escadas do metro. Um rosto marcado pelo tempo e pela mão severa do destino. Um rosto que Kenzie não esperava rever.
Há doze anos aquela mulher pedira-lhe que encontrasse a sobrinha Amanda, de quatro anos, que desaparecera. Os detetives privados Kenzie e Angie Gennaro tiveram sucesso, mas o caso deixou-lhes um amargo de boca: a menina foi devolvida aos cuidados de uma mãe negligente e alcoólica; e os raptores que, afinal, não queriam mais do que entregá-la a uma família que cuidasse bem dela, foram sentenciados a duras penas de prisão.
Por isso agora que Amanda, com dezasseis anos, desapareceu novamente, Kenzie sente-se obrigado a investigar. Mais a mais porque também ele sabe o que é ter uma filha e o que um pai está disposto a fazer para a ver feliz. A sua investigação será o começo de uma viagem ao coração de um mercado sombrio, onde se traficam identidades e adoções. Um mundo onde o bem pode assumir os contornos do mal, e o mal camuflar-se de bem. Um precipício do qual é melhor não nos aproximarmos muito.

20 de agosto de 2016

Novidades Planeta

A Rapariga do Calendário - livro 2 | Audrey Carlan


A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Em Abril, faz-se passar pela namorada do mulherengo Mason Murphy, um jogador de basebol profissional que precisa de melhorar a sua imagem, e acaba por descobrir que ele não é exactamente aquilo de que estava à espera.
Maio encontra Mia a incendiar o sangue de Tai Niko, modelo fotográfico e intérprete da dança do fogo samoano, enquanto participa numa campanha publicitária que tem como objectivo demonstrar que a beleza não é uma questão de tamanho.
Em Junho, a missão de Mia é servir de enfeite de braço a Warren Shipley, membro do grupo conhecido como Um por Cento. Enquanto finge ser uma caçadora de fortunas, descobre que Warren tem de facto um coração de ouro. Pena é que o atraente filho, Aaron, senador pela Califórnia, não seja em nada parecido com o pai.

LISBOA À MESA/COMER EN LISBOA | Miguel Pires
Muito mais do que um guia de restaurantes, Lisboa à Mesa é um verdadeiro guia gastronómico da cidade, com os melhores sítios onde comer e onde comprar os melhores produtos e ingredientes, ideal para os residentes e os milhares de turistas que visitam a capital.
Nesta edição em língua espanhola, há 150 entradas com a descrição, a pontuação e a opinião do autor, um dos mais activos e destacados críticos gastronómicos da e um dos responsáveis do blogue Mesa Marcada. O Guia está organizado por 15 zonas geográficas de Lisboa, e com um sistema de índices para encontrar tudo o que precisa.

AS AVENTURAS DO JOVEM JULES VERNE - No Fundo do Mar


Jules e os amigos observam, atónitos, como os pescadores de Nantes voltam ao porto com os barcos carregados de peixes esverdeados e malcheirosos, mortos muito antes de terem ficado presos nas redes.
Alguma coisa está a envenenar a costa, enquanto na cidade, uma sinistra organização quer fazer crer que é tudo por culpa do progresso. Os jovens aventureiros não duvidam em zarpar com o capitão Nemo a bordo do Nautilus para averiguarem a causa do desastre.
O que Caroline, Huan e Marie não sabem, mas Jules adivinha, é que não vão observar a superfície do mar – antes descer às profundezas e às suas inimagináveis maravilhas... e ameaças.

GATOS GUERREIROS - A Hora Mais Negra | Erin Hunter


Chegou o tempo de as profecias se cumprirem e de os heróis se mostrarem, pois a sede de poder de Estrela de Tigre mergulhou a floresta no mais terrível dos perigos.
Para salvar o seu clã, Coração de Fogo terá de decifrar o sentido de uma tenebrosa profecia: «Quatro tornar-se-ão dois. O leão e o tigre defrontar- se-ão em combate e o sangue será a lei da floresta.»

Opinião – Viver Depois de Ti de Thea Sharrock


Sinopse
Lou Clark, uma rapariga do interior, não tem muitas ambições na vida e trabalha como empregada de balcão num café. Após o encerramento definitivo do estabelecimento, teve de procurar um novo emprego. Sem muitas qualificações, aceita a vaga para cuidar de Will Traynor, um empresário tetraplégico que descarrega toda a sua amargura, naqueles que estiverem por perto e que está a planear dar um fim ao seu sofrimento.

O que Will não sabe é que Lou está prestes a mudar a sua vida.

Opinião por Artur Neves
Ao ler o nome deste filme sugere-nos uma história de drama, de dor pela morte de alguém. Ao ver o poster porém, essa sugestão dissipa-se considerando o sorriso rasgado dos dois presumíveis protagonistas, recortados contra um fundo neutro que não acrescenta nada à imagem. Ao procurar informação adicional constata-se que o filme adapta a obra homónima de 2012, do escritor Inglês Jojo Moyes, que também foi o autor do argumento, para a realização da primeira longa-metragem de Thea Sharrock com alguma obra em séries para televisão.
Com estes dados a opção foi assistir ao filme considerando que A priori nada indiciava o seu verdadeiro conteúdo. No geral é uma história sobre a vida de alguém que sofre um desastre que o torna tetraplégico, e a partir de certa altura, passa a ser assistido nas suas insuficiências por Lou Clark (Emilia Clarke) e é aqui que começam as incongruências. Lou Clark é pouco mais do que uma idiota, considerando o seu comportamento corrente, as suas atitudes, as suas expressões faciais com um encurvamento de sobrancelhas que lhe conferem uma expressão apalhaçada (sem ofensa para os palhaços porque actuam noutro contexto) e um sorriso inconsequente e risos frequentemente inapropriados à acção e não poucas vezes, inexplicáveis para a cena em apreço (muito riso, pouco siso). Apresenta ainda uma fixação inexplicável por chá, sem que, durante todo o filme, esse elemento tenha uma aparição relevante.
Logo no início do filme somos induzidos a perceber o acidente que motivou a paralisia de Will Traynor, (Sam Claflin) e o “amarrou” a uma cadeira de rodas da nova geração, com iPod e outras modernices tecnológicas que não compensam de forma alguma a perda total de mobilidade e de independência que justifica o seu mau humor quase constante, a sua tristeza e o seu secreto e legítimo desejo de opção por uma morte assistida que ele está a preparar com o seu advogado. Todavia o filme apresenta-nos sempre um personagem em pose de sentado ou deitado, sem nunca se vislumbrar as suas dificuldades motoras, ou simplesmente qualquer limitação impeditiva da mais elementar incapacidade fisiológica, numa história que apresenta a eutanásia como um recurso de direito implícito.
Claro que um ser humano naquela condição deve ter o direito de decidir sobre o seu destino, mas as suas razões devem ser mostradas, em vez do caminho que o filme segue, pela tentativa de recuperação da “alegria de viver” (verdade?...) através das “invenções” de uma quase atrasada mental, que após confrangedoras situações porque faz passar o seu patrão ainda fica chocada e ofendida quando se apercebe que ele continua firmemente decidido pela opção de morte assistida. A ofensa é todavia de pouca duração, pois logo a seguir dá-lhe um rebate de consciência, afivela o seu melhor sorriso, arqueia as sobrancelhas, enruga a testa, e voa para a Suíça, para os braços do seu amado, já no último estágio do seu objectivo libertário, para uma despedida romântica ao melhor nível das novelas Mexicanas.
O mau gosto porém não se fica por aqui. O epílogo desta história é vivido em Paris, numa esplanada onde ela toma conhecimento da derradeira carta de Will Traynor e do dinheiro que ele lhe deixa, que lhe motiva o mesmo sorriso que já víramos antes durante todo o filme e o impulso de compra de um perfume de marca.
Ora bolas meus senhores, este filme é uma verdadeira pessegada pela forma como é apresentada. O tema é verdadeiramente dramático e já tem sido abordado com inerente dignidade, tal como em; “Sonhos Vencidos” de Clint Eastwood, o filme brutal que é “Mar Adentro” de Alejandro Amenabar, ou mais recentemente; “Amigos Improváveis” de Eric Toledano. Esta versão deste drama é um completo desconchavo.
Classificação: 3 numa escala de 10

Marcador | O Segredo do Escritor – Liz Nugent


Sinopse

O atraente e carismático Oliver Ryan é a imagem do sucesso. Ele e a mulher Alice, levam uma vida invejável de privilégio e bem-estar. Invejável até que certa noite, depois do jantar, Oliver agride Alice com tal violência que a deixa em coma.
O próprio Oliver fica aturdido com o seu gesto. No período que se segue, enquanto todos tentam perceber o que terá motivado esse surpreendente ato de selvajaria, Oliver conta a sua história. E o mesmo fazem aqueles com quem a sua vida se cruzou ao longo de cinco décadas. A verdade é ao mesmo tempo trágica e monstruosa, uma história de vergonha, inveja, fraude e manipulação.
Só Oliver sabe o que teve de fazer para alcançar a vida que ambicionava e que sentia ter direito. Mas nem mesmo ele está preparado para o choque que a revelação do passado lhe reserva.
O Segredo do Escritor é uma história invulgar de tensão psicológica, um retrato complexo e empolgante sobre a génese de um sociopata, na tradição de Barbara Vine e de Patricia Highsmith.

Sobre o autor

LIZ NUGENT trabalhou durante a quase totalidade da sua vida adulta na televisão, no teatro e no cinema irlandeses. É autora premiada de teatro televisivo e radiofónico e escreveu diversos contos para crianças e adultos. O Segredo do Escritor é o seu primeiro romance.

Verão Keds é ouro sobre azul

O VERÃO COM KEDS É OURO SOBRE AZUL


A Keds, icónica marca do logotipo azul que há várias gerações define o estilo casual, sugere que tenhas um Verão fantástico com os modelos mais cool da estação.
Junta-te à celebração dos 100 anos da marca americana com os seus modelos casual chique, porque o Verão com Keds é ouro sobre azul.







19 de agosto de 2016

Magnolia apresenta Coleção Geométrica

Magnolia apresenta Coleção Geométrica


Descobrir a Magnolia está muito além de ficar a conhecer uma marca que é líder mundial em joalharia prata feita à mão. Depois da descoberta, são muitas as novidades que nos chegam de Israel, onde 25 designers criam joias em exclusivo para uma marca que se renova durante todo o ano. Por este motivo a Magnolia é uma marca que se descobre a cada mês que passa, como propostas que vão encontro de mulheres que gostam de moda e principalmente de si próprias, ou não fosse uma joia o melhor investimento pessoal que se pode fazer.


Para os meses quentes de Verão a Magnolia revela mais uma vez a sua criatividade e sugere joias geométricas, uma das tendências fortes desta estação. Nesta coleção encontram-se pendentes, anéis, pulseiras e brincos inspiradas nos anos 60 e na Art-Deco, que acrescentam um toque de arte e sofisticação a qualquer estilo, do mais festivo ao mais descontraído. Com o bronze do Verão a conjugar com acabamento em ouro de 14 K e o brilho das zircónias, destacam-se as figuras geométricas neste jogo de ton sur ton.
Este Verão mime-se com tudo o que merece ou presenteie alguém com uma peça que revela bom gosto e valor eterno. Celebre a vida e seja feliz com a Magnolia! 

Novidade Topseller | A Maldição do Vencedor - Marie Rutkoski


Sinopse:
Kestrel, jovem filha do poderoso general de Valoria, tem apenas duas opções: alistar-se no exército ou casar-se. Ela tem, no entanto, outras aspirações e procura libertar-se do seu destino, rebelando-se contra o pai.
Num passeio clandestino pela cidade, Kestrel vai parar a um leilão de escravos, onde se depara com um jovem, Arin, que parece querer desafiar o mundo inteiro sozinho. Num impulso, ela acaba por comprá-lo — por um preço tão alto, que a torna alvo de mexericos na sociedade.
Arin pertence ao povo de Herrani, conquistado dez anos antes pelos Valorianos. Além de ser um ferreiro exímio, revela- se também um cantor extraordinário, despertando a curiosidade de Kestrel. Arin, contudo, tem um segredo, e Kestrel não tardará a descobrir que o preço que pagou por ele poderá custar muito mais do que aquilo que alguma vez imaginara.

16 de agosto de 2016

Marcador | As Rochas – Peter Nichols


Tendo como cenário uma bela e assombrosa paisagem mediterrânica, com os seus olivais a perder de vista, este livro recupera o conforto familiar entre expatriados na ilha de Maiorca e procura descobrir um segredo com décadas: qual terá sido o acontecimento misterioso e catastrófico que levou à separação de dois noivos em lua-de-mel, em 1948, de uma forma tão repentina e definitiva que nunca mais voltaram a falar-se, embora ficassem a viver na mesma ilha por mais sessenta anos?
E de que forma, tantos anos mais tarde, a sua história influenciou o romance, ao estilo trágico de Romeu e Julieta, dos seus respectivos filhos? Centrada num conhecido alojamento de férias à beira-mar e nos seus hóspedes glamorosos que desfrutam da boa vida, do vinho, do sol, do sexo e das festas, esta é uma dupla história de amor que começa com um mistério que se vai adensando década após década.

Sobre o Autor

PETER NICHOLS é autor dos bestsellers internacionais; A Voyage for Madmen e Evolution’s Captain, e três outros livros de ficção, memórias e não-ficção. Passou três anos no mar como comandante e foi professor de Escrita Criativa na Georgetown University, na New York University, em Paris e na Bowdoin College, no Maine. Trabalhou em publicidade, foi pastor no País de Gales, trabalhou como argumentista e fez a travessia do Atlântico sozinho. Divide o seu tempo entre a Europa e os Estados Unidos. É professor no programa Master in Fine Arts, da Antioch University Los Angeles.

Marcador | Confissões de uma Médica – Sofia Serrano


Ser médico é mais do que a experiência clínica e a habilidade com o bisturi. No registo pessoal de quem escreve um diário, tão emocionante como divertido, tão sincero como comovente, esta obstetra/escritora mostra-nos os bastidores da vida hospitalar e familiar de uma médica, desvendando os segredos e o lado humano de alguém que também é mãe, e mulher, e que precisa desesperadamente do seu café para superar as maratonas das urgências.
Em alguns momentos, a vida de uma médica até pode ter a mesma emoção das séries de televisão, mas a realidade – o dia-a-dia num serviço de urgências – não pode ser inventada por guionistas nem reduzida a episódios de 50 minutos; a realidade é sempre mais imprevisível e profunda do que a ficção.
Ao longo de vários anos, Sofia Serrano escreveu sobre a sua realidade diária: o trabalho árduo e aparentemente infinito durante o curso de medicina, a primeira autópsia, o primeiro parto por cesariana, as noites em branco e os turnos de 24 horas, os 110 nascimentos no seu primeiro ano de internato, a pressão de ter de tomar decisões, em segundos, que podem salvar uma vida.

Sobre a Autora

SOFIA SERRANO Em pequena, queria ser astronauta, depois jornalista, mas acabei por me apaixonar pela medicina, e a obstetrícia conquistou-me no dia em que assisti à magia de um parto. Apaixonada por ecografia obstétrica e medicina materno-fetal, sou também vice-presidente da delegação do Algarve da Associação para o Planeamento da Família (APF), onde posso ajudar a fazer a diferença na saúde das pessoas. Mãe malabarista, divido-me entre a família, que adoro, a paixão pela profissão exigente, o desafio de ser saudável e um amor de sempre que é escrever. Em 2012, criei o _blogue Café, Canela & Chocolate, onde escrevo regularmente sobre medicina, maternidade, viagens e outros temas.

11 de agosto de 2016

Casa das Letras | OUTLANDER 4 Os Tambores de Outono – Diana Gabaldon


Sinopse

Os Tambores de Outono tem início na Escócia, num ancestral círculo de pedras de Craig na Dun. Ali, uma porta abre-se para um grupo restrito, podendo levá-los para o passado – ou para a sepultura. Claire Randall sobreviveu à passagem, não uma mas duas vezes.
A sua primeira viagem no tempo levou-a para os braços de Jamie Fraser, um bravo guerreiro escocês do século XVIII que tinha por ela um amor que se tornou lenda – um conto trágico de paixão que teve o seu fim quando Claire voltou ao presente carregando no ventre uma filha dele. A sua segunda viagem, duas décadas depois, voltou a uni-los na América colonial.
Mas Claire deixou alguém para trás no século XX… a sua filha Brianna. Agora Brianna faz uma perturbadora descoberta que volta a levá-la para o círculo de pedras e para um aterrador salto para o desconhecido. Na busca da mãe e do pai que nunca conheceu, arrisca o seu próprio futuro ao tentar mudar a história… para salvar as suas vidas. Mas quando Brianna mergulha no desconhecido, um encontro inesperado pode amarrá-la para sempre no passado… ou levá-la para o lugar onde deveria estar, onde pertence o seu coração…

Sobre a autora
Diana Gabaldon é uma escritora americana de ascendência mexicana e inglesa. Licenciada em Zoologia, mestre em Biologia Marinha e doutorada em Ecologia, foi professora universitária durante 12 anos, mas acabou por ser a escrita a conquistá-la. Gabaldon vive em Scottsdale, Arizona, com a família e dedica-se exclusivamente a escrever a sua série de sucesso Outlander, publicada em 26 países e 23 línguas.

A série está a ser adaptada à televisão por Ronald D. Moore e encontra-se em exibição, no nosso país, no canal TV Series.